Margem de 30% para tecnologia nacional: como isso muda as licitações de TI
- Lago Inova

- 28 de mai.
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Uma comissão da Câmara aprovou margem de preferência de até 30% para tecnologia nacional em compras públicas. Entenda como empresas brasileiras de software, nuvem e serviços podem competir com Big Techs e se preparar para vencer licitações em 2026. O que muda nas licitações?
Hoje, muitas licitações acabam favorecendo grandes fornecedores internacionais devido à escala global, estrutura financeira robusta e reconhecimento de marca. Com a nova margem de preferência, produtos e serviços desenvolvidos no Brasil poderão ter vantagem competitiva de até 30% sobre propostas estrangeiras.
Isso não significa contratação automática, mas cria uma condição mais justa para empresas brasileiras disputarem projetos de infraestrutura, nuvem, sistemas governamentais, automação, segurança digital e transformação digital.
A tendência é que órgãos públicos passem a valorizar ainda mais critérios como:
Desenvolvimento nacional;
Hospedagem de dados no Brasil;
Conformidade com LGPD;
Capacidade técnica local;
Suporte nacional;
Inovação tecnológica brasileira.
Oportunidade para empresas de TI
Empresas nacionais de pequeno e médio porte podem ser as maiores beneficiadas. Integradores, desenvolvedores de software, consultorias de TI, provedores cloud e empresas de cibersegurança terão espaço para competir em projetos antes dominados pelas Big Techs.
Além do ganho econômico, a proposta pode estimular:
Geração de empregos qualificados;
Crescimento do ecossistema de inovação;
Fortalecimento de datacenters nacionais;
Expansão de soluções SaaS brasileiras;
Maior independência tecnológica do país.
Para empresas que já atuam com licitações, a mudança pode representar aumento significativo nas chances de vitória. Já para quem ainda não entrou nesse mercado, 2026 pode ser o melhor momento para começar.


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